O que aprendemos em 2020?

Já estamos chegando no final do ano e, com certeza, o ano de 2020 foi de muito aprendizado e quebra de paradigmas para pessoas e mercas.

Depois do Carnaval o mundo mudou e as empresas que tinham planejamento – assim como as que não tinham! – de repente estavam no mesmo barco. Não importa mais em qual segmento de atuação, todos fomos lançados para o dia zero: lojas sumariamente fechadas, ninguém nas ruas, consumidores reclusos e cidades vazias. Pensando agora, parece que faz muito tempo, não é mesmo?

Mas, com certeza, você já ouviu dizer que “toda crise gera uma oportunidade” e esta não foi diferente. Quem se saiu melhor?

Pesquisa realizada pelo Sebrae aponta que empresas digitalizadas foram mais flexíveis, souberam enxergar caminhos onde havia incertezas, se adaptaram melhor, e saíram da zona de conforto com menos riscos.

E não falamos isso apenas para pequenos e médios empresários. Os grandes empresários e megacorporações tiveram que se adaptar e, muitas vezes, quanto maior a empresa mais difíceis e lentas foram as mudanças. Mais um ditado famoso que talvez possamos aplicar para este caso: quanto maior o adversário, maior a queda!

Isso porque, como já sabemos, muitas vezes grandes volumes de dinheiro não trazem soluções tão eficazes quanto a criatividade e a agilidade em tempos de crises.

Considerando todos esses fatores, vamos relembrar então quais foram os paradigmas que tivemos que quebrar aqui, com a ajuda do mundo digital:

  1. Não preciso de um site

Aproximadamente 50% das empresas no Brasil não tinham site até o começo do 1º. trimestre do ano, segundo a Abranet. Este cenário melhorou e hoje temos 4 milhões e meio de sites registrados, com um crescimento de 10% se comparado ao ano passado. Além disso, muitas empresas que tinham sites mais simples, não responsivos e desatualizados buscaram reformar seus sites para melhor atender os clientes.

  •  Eu conheço os meus clientes e sei do que eles precisam

Com a pandemia o universo dos clientes mudou. Pessoas passaram a trabalhar em casa, no regime home office, aulas se tornaram online e tudo isso alterou a dinâmica de consumo. Produtos, antes essenciais, foram adaptados e substituídos: sapatos por chinelos, roupas sociais por roupas mais confortáveis e até o pijama ganhou um status nobre (!), além dos pedidos delivery no lugar do supermercado. As empresas precisaram reaprender sobre os consumidores e suas novas necessidades em um caminho sem volta.

  • Redes sociais não servem para a minha empresa

Muitas empresas não tinham contas e páginas nas redes sociais ou não atuavam de forma contínua e eficiente. Este ano as redes se tornaram a principal vitrine em boa parte dos marcados: no período mais crítico da pandemia houve um aumento de 40% nos acessos a essas plataformas, o que gerou uma grande oportunidade para aquelas empresas que souberam aproveitar o momento e adaptaras as vendas físicas para o mundo digital.

  • Eu não vendo online

Este é mais um mantra que a pandemia alterou. Muitos empresários tinham essa percepção de que a venda online não seria o formato ideal para sua empresa.

De repente, pessoas em casa, conectadas e sem acesso as mercadorias, resultado: as vendas online se tornaram a única opção para alguns grupos e, neste cenário, as empresas que já realizavam vendas online ou souberam se adaptar rapidamente ganharam muitos clientes de quem ficou para trás. Lembrando que, por conta da agilidade da mudança, muitas empresas optaram por atuar através de marketplaces para garantir um espaço neste processo.

  • E agora como será o seu 2021?

Mais do que nunca o planejamento do próximo ano deverá incluir estratégias de marketing digital! Mas sempre com espaço para adaptações e readequações de percurso, quando necessário for. As perspectivas mostram que ainda cabe crescimento nesta área, que nosso mercado ainda está ganhando velocidade neste segmento.

Além disso, muitas mudanças que pareciam temporárias tornaram-se permanentes. Empresas grandes e pequenas devolveram seus escritórios para assumir de vez o home office. E os impactos são diversos: o Metrô de São Paulo prevê uma redução permanente de 20% no fluxo de usuários pós-pandemia.

E você ainda acha que sua empresa pode ficar parada diante do famigerado “novo normal”?

Depois de tantas mudanças e da aceitação dessa nova realidade, que 2021 seja o ano da recuperação e do engajamento de um futuro promissor!

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