O Marketing 4.0 e a construção do desejo do consumidor

Estamos vivendo uma revolução na tecnologia. Internet das Coisas, Big Data, Inteligência Artificial, tudo que antes pareceria assunto para uma séries de ficção científica hoje está no nosso cotidiano.

Não fomos educados digitalmente, como as gerações que estão vindo por aí, mas estamos fazendo parte dessa história. E o Marketing não ficou fora desta revolução, afinal o marketing caminha com a sociedade.

Se antes, para ter a atenção de um consumidor, poderíamos usar canais como revistas de grande circulação para nossos anúncios, hoje temos diversas ferramentas sob demanda para acessar este consumidor – que consome cada vez mais informação em menos tempo – nos canais específicos que ele frequenta.

Marketing 4.0 ultrapassando o tradicional

Foi-se o tempo em que acreditávamos em um produto porque vimos uma propaganda ou uma ação de merchandising. Hoje essa é apenas a ponta de um grande iceberg!

No Marketing tradicional o raciocínio era binário. Sim ou não, aceitar ou recusar. A Internet nos abriu um campo para o Talvez. E aí as pequenas e médias empresas têm se destacado e ganhado espaço.

O consumidor, ao perceber que precisa de um determinado produto, já não recorre às fontes de informação que antes usava. Ele busca em sua rede de contatos – que com o surgimento das redes sociais cresceu de forma exponencial – referências e indicações. Elas podem vir de amigos, familiares, expertos ou de alguém em quem o consumidor se apoia e se reflete, um digital influencer. E, aí, quando você acha que ele já terminou o processo de compra, podemos dizer que ele apenas começou sua jornada.

Consumidores 4.0, consumidores plugados

O Brasil é o segundo país do mundo que mais navega na Internet, ficando em média 9 horas e 29 minutos por dia plugado numa tela. Então este não é apenas mais um canal de informação e sim uma parte cada vez maior do processo decisório, além de um crescente canal de compra.

Passada da fase de Atração e Informação, o consumidor parte para um ponto muito sensível da compra: a comparação.

Se antes o consumidor tinha duas ou três opções, hoje possui um leque que nem sempre se restringe às opções locais ou nacionais. E, nesse momento, ele analisa não só o produto, mas também avaliações, comentários, críticas etc. Tudo feito de forma muito rápida e, cada vez mais, através de um celular.

Parabéns! Sua empresa venceu todas estas batalhas e o consumidor já decidiu. Opa? Muitos processos de compra caminham bem até essa fase, porém….

A taxa média de abandono de compra num processo de compra via E-Commerce, hoje, é de 82%.

Ou seja, o tão sonhado sim do seu cliente ainda requer mais alguns passos, entre eles, a forma de pagamento, o prazo de entrega e o momento real do consumidor (compra por impulso).

Comprar sem poder tocar

O fator tangibilidade é uma questão ainda importante para uma parcela do público, que pode abandonar o carrinho de compras digital por não “enxergar” o produto corretamente.

Olhando este cenário percebemos que as empresas de hoje precisam atuar de forma cada vez mais horizontal, próxima ao seu cliente, criando um discurso que traga o sentimento real da marca (sim, porque qualquer deslize na imagem é sensível ao consumidor!) e traga mais intensidade na construção do desejo de compra do seu produto.

Nesse sentido as empresas de hoje não buscam apenas clientes, mas advogados da marca, capazes de defender e promover a empresa e seus produtos de forma espontânea para toda sua rede de relacionamento.

 Sabendo disso, você consegue calcular a efetividade da sua comunicação digital sobre quem precisa do seu produto?

A Agência.bit pode te ajudar com isso!