A Internet e suas revoluções sociais

A internet tem revoluções sociais sentadas, isso mesmo, sem precisar colocar o pé na rua, nem pintar a cara, ou fazer qualquer tipo de cartaz. São revoluções modernas, se utilizam da pressão de milhares de internautas presentes nas redes sociais. Como os mesmos milhares de usuários são os mesmos que consomem produtos, as marcas procuram ouvir e ceder ao apelo.

Como o caso da Arezzo, que prontamente tirou uma linha toda de peles de animais por uma pressão no twitter com hashtags de boicote à marca. Sob o efeito dominó a Colcci já se justificou sobre uma bolsa que é confeccionada com pele de coelho e pretende tirá-la de linha.

O mais curioso recentemente foi o protesto do Felipe Neto juntamente com o jornal Brasil 247, para abaixar os impostos de aparelhos eletrônicos importados. Até agora já se somam mais de 318 mil assinaturas em um documento que Felipe promete entregar pessoalmente para nossa presidente.

Alguns podem julgar como demagogia, pois são produtos caros, mas no fundo é mais um tipo de pressão que incomoda e assusta por conta do número de adesões, e isso é melhor do que o conforto de não sair nem às ruas com a cara pintada.

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